A internet no Brasil começa a ser levada mais a sério. A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que abrirá espaço para campanhas eleitorais pelas páginas da web. Se vai dar certo ou não, só saberemos durante o período eleitoral. Imagina-se que por ser uma “novidade” veremos muitos atropelos. Veremos se as agências web se mostrarão criativas ou se apenas irão copiar as táticas usadas nas eleições americanas, por exemplo.
Veja a seguir o que passa a valer se a lei for sancionada. Você pode ver a matéria completa clicando aqui.
Liberdade na internet – O projeto aprovado estabelece a “livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato, durante a campanha eleitoral, por meio da rede mundial de computadores – internet -, assegurando o direito de resposta”. Antes da reforma eleitoral, a campanha na internet não tinha legislação específica. O texto, no entanto, determina que a internet siga as restrições de rádio e televisão para a realização de debates entre candidatos.
Blogs, sites e redes de relacionamento – O texto aprovado permite aos candidatos manter blogs, sites pessoais e páginas em redes de relacionamento, como o Orkut ou Facebook, durante o período eleitoral.
Mensagens eletrônicas – O texto permite a candidatos usar “outros meios de comunicação interpessoal mediante mensagem eletrônica” durante a campanha eleitoral. Nesse caso podem ser enquadradas as mensagens enviadas por celulares (torpedos).
*O autor deste blog mantêm uma posição neutra quando o assunto é política.


