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michael_jacksonMesmo depois de sua morte Michael Jackson continua se destacando com números expressivos. Sites como o Twitter, YouTube e similares, “bombaram” nestes últimos dias e o tema sempre era Michael Jackson.

Ontem o anúncio dos 17,5 mil ingressos para o funeral do astro pop causou alvoroço entre os fãs. Só na primeira hora e meia de operação, o site para conseguir um tíquete para o velório foi visitado mais de 500 milhões de vezes. Uma média de 120 mil visitas por segundo!

Consegue imaginar?

É lógico que a empresa que está promovendo o “evento” aproveitou a oportunidade para elevar a sua marca.

Abaixo você confere o layout da página de cadastro para adquirir ingressos. Com um volume de acessos tão constante não é de admirar que a página seja bem simples, de fácil carregamento. O formulário também é bem pequeno.

Página de cadastro para adquirir ingressos do funeral de Michael Jackson

Página de cadastro para adquirir ingressos do funeral de Michael Jackson

Para acessar o site: http://www.staplescenter.com/memorial.php

O Governo Federal, por meio do Ministério do Turismo, lançou o site BRASIL 2014 – A viagem da copa começa aqui, com o objetivo de divulgar informações oficiais a respeito dos preparativos para o maior evento esportivo  já realizado no país.

Acessem: http://www.copa2014.turismo.gov.br/

Página do site Brasil 2014

Homepage do site Brasil 2014

Navegando por alguns links do Twitter acabei conhecendo o Blymp (http://www.blymp.com.br) que oferece serviço de hospedagem para websites.

O site não oferece muitas opções, mas apresenta um plano bem convidativo. Por apenas R$ 15,00 você hospeda até 3 sites. São 200mb de espaço, 700 contas de e-mail e 5gb de tráfego – pouco em comparação aos grandes concorrentes. O cliente ainda pode ganhar descontos e até uma hospedagem de cortesia indicando novos clientes.

Mas, apesar de tudo isso, o que me chamou mesmo atenção foi o layout do Blymp. Simples e de ótimo gosto, destaca de forma clara o serviço oferecido. Cores alegres e harmoniosas com textos curtos em letras grandes (que são a cara da web 2.0) passam a sensação de “satisfação garantida”.

Ainda não sou cliente do Blymp, mas o site faz qualquer um ter esta vontade.

Cores harmoniosas, textos diretos em letras grandes. O Blymp passa a sensação de "satisfação garantida"

Cores harmoniosas, textos diretos em letras grandes. O Blymp passa a sensação de "satisfação garantida"

Como a calça jeans, cada um usa o Twitter do jeito que quiser. Muita gente apenas responde à pergunta sugerida pelo site: “O que você está fazendo?”. Desse uso, saem coisas esdrúxulas como “Fui comprar pão” ou “Estou no banheiro”. Mas há outras formas de tirar proveito do Twitter, entre elas a aplicação profissional. É deste tipo de uso que trata esta reportagem. No mundo lá fora, há uma porção de gente usando a ferramenta para compartilhar conhecimento, comunicar ideias, fazer contatos profissionais, contratar pessoas, ficar mais sabido, atender clientes e vender produtos — de camisetas a apartamentos.

15 dicas para usar o Twitter profissionalmente e se destacar

1.Para começar, você terá de fazer uma escolha entre usar profissionalmente ou socialmente, como se fosse o Orkut. Se você pretende falar de trabalho, não escreva bobagens. Uma sugestão da jornalista e blogueira Sam Shiraishi (samegui) é criar um perfil profissional e sério e outro para falar bobagens, de preferência com pseudônimo.

2.Você terá de definir uma estratégia para usar o Twitter. Uma coisa importante é escolher quem você segue e como. Entre os twitteiros, há um debate sobre essa questão. Alguns defendem que você siga todo mundo que te segue. Um dos defensores dessa visão é o americano Guy Kawasaki (GuyKawasaki), que é seguido por 119 000 pessoas e segue outras 120 000. Se seu objetivo é networking, vá nessa. O publicitário Carlos Henrique Vilela (chmkt), de 28 anos, gerente de marketing da agência de turismo Multitur, de Belo Horizonte, Minas Gerais, segue mais de 10 000 pessoas e é seguido por um número semelhante. “Já consegui fazer contatos interessantes”, diz Carlos. O problema desse jeito de usar: você terá muita dificuldade para acompanhar o que milhares de pessoas publicam.

3.Você pode optar por seguir só quem realmente interessa profissionalmente, nem que sejam apenas dez perfis. O professor Silvio Meira adota uma regra simples, em uma só pergunta de 56 caracteres: “Quem são as pessoas que agregam mais valor à minha vida?”. Isso quer dizer selecionar e restringir assuntos e pessoas. Ao fazer isso, você filtra quem realmente publica coisas relevantes para o seu trabalho. Informações que, ao ler, você sente que inspiram, motivam ou lançam um olhar diferente sobre o assunto.

4.Procure também focar um pouco os assuntos que você publica (ou twitta). Esse uso especializado ajuda a fazer de você uma referência em determinado assunto, algo que pode ser positivo para sua carreira no mundo real. “Esse parece ser o uso mais bacana”, diz Edney Souza (interney), sócio da Pólvora!, consultoria de comunicação em mídias digitais e dono do blog Inter- Ney, um dos mais populares do Brasil. Uma dica importante é criar um perfil com um nome que complementa os assuntos que você cobre. Isso vai facilitar a associação entre o seu nome e o assunto.

5.Para ganhar destaque profissional na internet, o Twitter é uma ferramenta fabulosa. O desafio é ser uma fonte de conteúdo relevante para os outros twitteiros. Tente twittar e retwittar coisas interessantes. Conforme você é citado, aparece mais vezes nos resultados de busca. “Acho interessante porque o Twitter dá relevância em buscas no Google a custo zero”, diz Romeo Busarello (busarello), de 43 anos, diretor de marketing da Tecnisa e professor da ESPM, de São Paulo. Se você for relevante, as pessoas vão te seguir. Se você só publicar chatice, seus seguidores vão embora.

6.Se você está começando a publicar, fique antenado. No início, publique menos e leia mais. Sinta quem divulga as informações mais interessantes. “Procure seguir as fontes primárias, as fontes das pessoas que você segue”, sugere Edney. Na hora de retwittar, dê crédito.

7.Tenha um blog como apoio e use o Twitter para encaminhar pessoas para sua página pessoal. Assim, você terá mais espaço para desenvolver suas opiniões, sem o limite de 140 caracteres. Há programas como o TwitThis (twitthis.com) que twittam automaticamente os títulos dos posts do seu blog. Outra finalidade do Twitter é gerar tráfego. Muitas empresas já entenderam esse mecanismo e usam o Twitter para levar pessoas a seus sites. A loja virtual Camiseteria.com (camiseteria) usa essa técnica. No site, são os consumidores que elegem as estampas das camisas que serão vendidas. Toda vez que há uma nova eleição, Fábio Seixas (fseixas), de 32 anos, sócio da empresa que tem sede no Rio de Janeiro, mobiliza sua comunidade de seguidores no perfil da Camiseteria. Isso cria um ambiente de proximidade do consumidor com a marca.

8.Você pode optar por um uso extremamente focado. É o que faz Luiz Fernando Oliveira (weg_ir), de 43 anos, gerente de relações com investidores (RI) da Weg, fabricante de máquinas e equipamentos com sede em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Ele usa o Twitter como canal de atendimento aos investidores da empresa. “A estratégia é complementar a comunicação convencional.” Oitenta pessoas seguem o RI da Weg. Parece pouco, mas as teleconferências para divulgação de resultados são acompanhadas por 60 pessoas em média. Por aí se vê o valor da ferramenta.

9.Se você lê textos em inglês ou em outro idioma, uma contribuição possível é “tropicalizar” as informações, isto é, complementar os links para perfis ou blogs do exterior com comentários relacionados à realidade brasileira. Se você tem um blog, discuta você mesmo a aplicação do assunto na sua realidade.

10.Fábio Seixas, da Camiseteria.com, também usa o Twitter para testar ideias. “Sabe aquele estalo que você tem e depois esquece?”, diz. “Agora, eu publico os insights na web e aproveito para ver se tem alguém pensando no mesmo assunto.” Se tiver, diz Fábio, o feedback é quase instantâneo.

11.Nunca use o Twitter como um programa de mensagens instantâneas. Muita gente faz isso, tornando públicas conversas privadas. Se você faz isso, as pessoas vão achar você chato e parar de te seguir.

12.O Tweepz (www.tweepz.com) é uma ferramenta para encontrar pessoas a partir da formação ou cargo dela. Em 26 de maio, por exemplo, o programa localizava 152 gerentes no Twitter. Outra ferramenta bacana é o WeFollow (wefollow.com), que ajuda você a achar pessoas de acordo com o assunto que elas twittam. A palavra Brasil, por exemplo, dava 157 resultados em 26 de maio. Como quem avisa amigo é, aqui vai um conselho: pense duas vezes antes de postar. Não fale mal de pessoas ou da empresa. As coisas se espalham rapidamente no Twitter. Quando você se dá conta, o dano já foi feito. Há o caso famoso de um americano que perdeu uma vaga na Cisco por escrever no Twitter que teria um salário bom, mas um trabalho chato.

13.Também há quem consiga contratar pelo Twitter. Na consultoria Pólvora!, Edney Souza contratou seis pessoas nos últimos meses que foram recrutadas a partir de contatos no Twitter. Da última vez, recebeu mais de 40 currículos. “Desses, pelos menos oito eram de profissionais gabaritados para a vaga”, diz Edney.

14.Lute pelo Twitter na sua empresa. Muitas companhias ainda não sacaram o potencial da ferramenta e bloqueiam o uso corporativo, alegando que o Twitter representa um risco para os sistemas de TI ou que as mídias sociais prejudicam a produtividade. “O maior inimigo dessas ferramentas dentro das empresas é o departamento de TI”, diz Silvio Meira, do Cesar. Como profissional, sua missão é mostrar as oportunidades que as mídias sociais trazem para o negócio.

15.Quer um exemplo de como há oportunidades de negócio no Twitter? Veja o caso da Tecnisa. Para não parecer fonte de spam e afugentar seguidores, em seis meses usando a ferramenta, a construtora nunca havia feito uma promoção. A estratégia sempre foi oferecer links para apresentações hospedadas no site da empresa. No mês passado, o gerente de mídias sociais, Roberto Loureiro, achou que estava na hora de tentar vender um apartamento pelo Twitter. A empresa ofereceu um vale-compra de 2 000 reais para o primeiro seguidor que comprasse um apartamento. Em uma semana, um imóvel de 500 000 reais foi vendido.

Você pode ler a matéria completa no endereço abaixo:

http://vocesa.abril.uol.com.br/informado/0132/mt_476473.shtml

Ontem o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a exigência do diploma para exercício da profissão de jornalista. A decisão é polêmica, mas deve dar uma alavancada nos sites de notícias de Alagoas. Imagino que isso contribuirá para aumentar ainda mais o número de sites, além de ressuscitar alguns.

Certa vez ouvi uma história de que o FONTE NOTÍCIAS (um dos pioneiros no segmento, no Estado) estava sendo pressionado pelo sindicato dos jornalistas por questões salariais etc – o que estava contribuindo para o seu enfraquecimento. Com a decisão do STF as coisas podem mudar, para ele e para todos os outros.

Atualmente o FONTE NOTÍCIAS está fora do ar. Recentemente vi num anúncio o FONTE prometer um novo site. Será a hora do pulo do gato? Vamos aguardar.

Fonte Notícias fora do ar

Fonte Notícias fora do ar

Meu gosto por internet começou em 1996. Apesar de já ter um computador, acessei a rede pela primeira vez na casa de um colega, em viagem de férias. O primeiro site foi o Cadê, que utilizei para encontrar o site da Jovem Pan FM (naquela época eu ouvia muuuito a rádio Jovem Pan – entre 5 e 8 horas diárias ).

Apesar daquela experiência incrível como um internauta, a vontade de ser um desenvolvedor veio mesmo por meio da edição 111 da revista SuperInteressante, publicada em dezembro daquele mesmo ano. Novamente estava em viagem de férias, quando li o artigo “Seu novo endereço”, assinado por Ricardo Balbachevsky Setti, que despertou em mim o interesse de “criar sites”.

É um artigo escrito há 13 anos. Achei por acaso acessando o site da revista. É uma verdadeira viagem no tempo, que gostaria de compartilhar com vocês:

Seu novo endereço

Ter uma home page na Internet, além de fácil, pode ser barato. Até de graça. Mas é bom arrumar algo importante, ou pelo menos curioso, para dizer e mostrar. Senão você só vai colaborar para entulhar a rede.

Por Ricardo Balbachevsky Setti

É a chance de se tornar cidadão do mundo sem sair de casa. Por isso, a idéia de abrir uma página na Internet fascina tanta gente. Dos 50 milhões de internautas do mundo, uns 10% têm o seu espaço próprio, conhecido como home page, na rede. No meio dessa megalópole virtual há de tudo, principalmente sites domésticos, nos quais não se encontra nada além de fotos de um fulano, do cachorro dele, das suas últimas férias. Algo inútil para dez entre dez freqüentadores da Web.

Se você quer montar a sua home page saia dessa. Procure um assunto do qual goste — um esporte, um hobby, um ídolo — e ofereça informações sobre ele. Aí, capriche nos efeitos especiais (veja ao lado como criá-los sem gastar um tostão). Então é só esperar as visitas. Se forem muitas, você pode pensar até em vender espaço para publicidade e ganhar dinheiro com a brincadeira.

Agora é só entrar no ar

Ok, seu site está pronto. Chegou a hora de colocá-lo na rede para que possa ser visitado. A primeira coisa a fazer é falar com o seu provedor. Normalmente, além do acesso e do e-mail, ele lhe dá o direito a um pequeno espaço no servidor. Costuma ser o suficiente para colocar o seu site. Se não for, não se preocupe. Tampouco aceite pagar mais. Há outros meios de publicar a página sem gastar nada.

Um deles é GeoCities (http:// www.geocities.com), que oferece um endereço e um espaço no servidor em troca do direito de colocar propaganda na página, no caso de ela se tornar conhecida.

A imagem certa

Fotos e desenhos têm que estar nos formatos JPEG ou GIF. Se vierem da Internet, basta escolher um desses formatos na hora de salvar. Se forem de papel, devem ser escaneados e convertidos usando softwares caros, como o Photoshop e o Photostyler, ou no Lview Pro, disponível no endereço http://www.shareware.com.

O formato JPEG é o melhor para fotos, porque grava as 16 milhões de cores. Com o GIF, mais usado para ilustrações, a imagem fica menor e com apenas 256 cores.

No dialeto da rede

Para ser lido na Internet, o texto deve ser escrito numa linguagem meio complicada, chamada HTML. Mas você não precisa aprendê-la. Pode usar programas, facilmente encontráveis na rede, que traduzem o português para HTML. O melhor é o Netscape Navigator Gold 3.0 (http://www.netscape.com).

HTML é a sigla em inglês para linguagem de criação de hipertexto. Serve para dizer ao computador, em códigos que ele entende, coisas como “coloque uma foto deste tamanho aqui e um texto preto ao lado dela”. Fica algo assim: <.

Cliques espertos

É quase impossível que você escolha um assunto completamente inédito na rede. Por isso, vale a pena procurar endereços que possam complementar sua página. Os softwares de edição têm recursos para acrescentar links, palavras em azul nas quais você clica para saltar a outro texto ou site.

Para procurar endereços, a melhor ferramenta ainda é o Yahoo (http://www.yahoo.com). Se você busca páginas brasileiras, use o Cadê (http://www.cade.com.br).

Sabor de cinema

Vídeo ocupa muito espaço e demora para carregar. Por isso, o melhor é colocar um ícone indicando-o. Ele só aparece, numa janela como esta aí ao lado, se o visitante quiser. Para tanto, deverá ser gravado no formato Quicktime, com o software do mesmo nome encontrado no site da Apple Computer (http://www.apple.com).

A grande vantagem do Quicktime é que ele consegue comprimir e descomprimir os vídeos numa velocidade tal que não interfere na sua qualidade.

Trilha sonora

Pode ser uma música de fundo ou uma fala, gravados em qualquer computador com kit multimídia. Para incluí-los na home page, aproveite o software encontrado no endereço http://www.realaudio.com.

Animadinho

Com o software Lview Pro (o mesmo usado para imagens paradas) dá para gravar várias fotos ou desenhos em um único arquivo. Ao carregá-lo, o computador mostra um após o outro, dando a impressão de movimento.

O espanhol Diego Del Cero recebe 100 visitas por dia em seu site sobre o cineasta italiano Federico Fellini (http://www.abound.com/fellini).

Colin Dalziel, da Inglaterra, atrai 100 visitas diárias com uma página dedicada aos anos 60 e 70 (http://members.aol. com/cdaziel/remember.htm).

Todo dia, duzentos internautas vão ao site do americano Glenn Marcus, que tem tudo a respeito de canetas (http://mindlink.net/ glenn.marcus/mrcshp3.htm).

O tailandês Tee Kitwatti recebe uns 60 visitantes por dia na página sobre negócios no seu país (http://www. geocities.com/wallstreet/4484).

Você também pode ler o artigo em seu endereço original: http://super.abril.com.br/superarquivo/1996/conteudo_41979.shtml

Chamada para pesquisa da GLOBO.COM

Chamada para pesquisa da GLOBO.COM

Eu gosto muito da GLOBO.COM pela forma como a informação é organizada. Fico tão atento às chamadas de destaque na homepage que algumas vezes as áreas laterais passam despercebidas. Eles colocaram a chamada para uma pesquisa no sidebar e só agora percebi.

A chamada diz:

A Globo.com quer conhecer melhor os seus hábitos na rede. Responda à pesquisa!

Ela é bem longa para os padrões de web (e talvez para qualquer padrão). Possui 10 páginas e leva cerca de 15 minutos para respondê-la. Mas acho que vale muito a pena. Para o bem da internet.

Então eu peço, por favor, responda esta pesquisa:

http://surveys.polldaddy.com/s/D96E0966952F3666/

Vez por outra encontramos na GLOBO.COM notícias bem curtinhas, na verdade, apenas pequenas notas. Há casos de você clicar e não ver texto nenhum, apenas fotos. Isso muitas vezes acontece pela vontade de querer ser o primeiro a dar a notícia. Assim que ela chega uma nota é publicada. Depois, conforme é feita a apuração, novas informações são acrescentadas.

“Hoje a Coréia do Norte lançou mais um míssil”. Até o momento essa é a única informação disponível. É quase nada, mas o fato em si representa muito por ter relação com os acontecimentos recentes. Então eles decidem publicá-la. É notícia de 140 caracteres, como no Twitter. Você lê, fica informado e… nada mais.

Parece estranho você clicar num link para ver uma notícia que é menor do que a manchete. Mas é algo interessante para se discutir.

noticia_twitter

A notícia é só essa mesmo.

Este é um assunto que eu gosto de discutir: mudanças na homepage. Nem faz muito tempo que o IG alterou a sua home, mas já anuncia o lançamento de uma nova no blog:

http://colunistas.ig.com.br/versaobeta/2009/05/25/ig-vai-ganhar-nova-homepage/

Na minha opinião a mudança vem reparar uma falha do projeto anterior: fontes pequenas. O visual atual do IG seguiu muitas tendências da WEB 2.0, mas esqueceram de deixar as fontes maiores e mais espaçadas. O resultado foi uma página bastante poluída.

Eu gostei do novo visual, porém fico com um pé atrás: o IG não ficará parecido demais com as página da GLOBO.COM? Essa tendência de deixar tudo muito clean agrada aos olhos, mas tira toda e qualquer personalidade da marca. Sei lá…

Outra coisa que acho interessante discutir é o fato deles anteciparem a “novidade” no blog. Não é muito comum isso ocorrer entre os grandes portais. Se por um lado eles colhem um feedback bacana dos usuários, por outro acho que criam uma expectativa desnecessária ao usuário.

Não concordo com a enorme área de publicidade que eles mantiveram no novo layout. Assim como o UOL, eles exageram demais. É dinheiro! Eu sei, mas é sacrificar demais o conteúdo.

Novo layout do IG, conforme anunciado no blog Versão Beta

Novo layout do IG, conforme anunciado no blog Versão Beta

Na segunda-feira (18) o blog (este aqui, claro) completou exatos 2 anos. Infelizmente, justamente neste mês ele está bastante fraco de atualizações. Mas as coisas vão melhorar, eu prometo.

Para a data não passar em branco, algumas modificações estão sendo realizadas. O conteúdo das páginas internas sofreram algumas modificações, assim como o sidebar.

Sugestões? Entre em contato  – agora pelo formulário, ok?

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